Go ahead... Do it anyway.

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This publication was also writen in SPANISH and PORTUGUESE.

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House Digest

In a world where people's appearance counts more than their content, where all prejudice overrides the real values that (at least according to the law of men) should ensure that each and every human being should be treated equally, where the segregation of social classes is increasingly evident... Why fear doing something because of what others will think? As long as it's not an illegal activity or behavior, do it anyway.

There is a worrying inversion of values here about how we should behave, because instead of pleasing ourselves (almost always first and foremost), many of us are concerned with pleasing other people. This search for validation from others has become a "virus", which spreads at an alarmingly impressive speed. Living in dependence on what others think or say about us is like putting ourselves in a cage (without having the key to free themselves).

This type of attitude is an extremely damaging choice, because when we ourselves withdraw from the position where we should always strive to be the protagonists of our own story, we are automatically giving up the autonomy of our own decisions. Once this happens, other people begin to determine what we should do, how we should think, and even how we should express ourselves... Who thinks it's good to live like that?

Unfortunately, there are people who like to live like that (and no, I will never be able to understand that). Free will should never be taken from us, as it is something very precious and that was given to us at an extremely high price (in fact... immeasurable). Once we allow someone to do this (based on our own inertia in the face of facts), we are giving the other person the right to live a life for us that is not theirs. Think about this before living in "exile".

There is no single right way to do what is right, but there is a right way to do what can be considered the least wrong (within a general consensus of "normativity" involving social behavior). In the midst of this rather complex journey, each of us learns how to do what we want. In the right way, not only according to our own needs, but also meeting (though not always) other people's expectations. Every effort is worthwhile and should be given serious consideration.


Adelante... Hazlo de todos modos.

En un mundo donde la apariencia importa más que el contenido, donde todo prejuicio prevalece sobre los valores reales que (al menos según la ley humana) deberían garantizar la igualdad de trato para todos, donde la segregación social es cada vez más evidente... ¿Por qué temer hacer algo por lo que piensen los demás? Siempre que no sea una actividad o comportamiento ilegal, hazlo de todos modos.

Aquí se produce una preocupante inversión de valores sobre cómo debemos comportarnos, porque en lugar de complacernos a nosotros mismos (casi siempre ante todo), muchos nos preocupamos por complacer a los demás. Esta búsqueda de validación externa se ha convertido en un “vírus”, que se propaga a una velocidad alarmante. Vivir dependiendo de lo que otros piensen o digan de nosotros es como meternos en una jaula (sin tener la llave para liberarse).

Esta actitud es sumamente perjudicial, porque al renunciar a ser protagonistas de nuestra propia historia, renunciamos automáticamente a la autonomía de nuestras decisiones. Una vez que esto sucede, otros comienzan a determinar qué debemos hacer, cómo debemos pensar e incluso cómo debemos expresarnos. ¿Quién piensa que es bueno vivir así?

Desafortunadamente, hay quienes disfrutan de vivir así (y no, jamás lo entenderé). El libre albedrío jamás debería arrebatársenos, pues es algo muy valioso que se nos otorgó a un precio altísimo (de hecho, incalculable). Al permitir que alguien haga esto (por nuestra propia inercia ante la realidad), le estamos dando a la otra persona el derecho a vivir una vida que no le pertenece. Reflexiona sobre esto antes de vivir en el “exilio”.

No existe una única manera correcta de hacer lo correcto, pero sí existe una manera correcta de hacer lo que se considera menos incorrecto (dentro de un consenso general de "normatividad" en lo que respecta al comportamiento social). En medio de este proceso complejo, cada uno aprende a hacer lo que desea. De la manera correcta, no solo según nuestras propias necesidades, sino también satisfaciendo (aunque no siempre) las expectativas de otras personas. Todo esfuerzo merece la pena y debe tomarse muy en serio.


Vá em frente... Faça assim mesmo.

Em um mundo onde a aparência das pessoas conta mais do que os seus conteúdos, onde todo preconceito se sobrepõe aos valores reais que (ao menos de acordo com a lei dos homens) deveriam assegurar que todo e qualquer ser humano deveria tratados igualmente, onde a segregação de classes sociais é cada vez mais evidente... Por que temer fazer algo em decorrência do que os outros irão pensar? Não sendo uma atividade ou comportamento ilícito, faça assim mesmo.

Há aqui uma preocupante inversão de valores sobre como devemos nos comportar, porque ao invés de agradarmos a nós mesmos (quase sempre em primeiro lugar), muitos de nós está preocupado em agradar outras pessoas. Essa busca pela validação alheia se tornou um “vírus”, que se espalha com uma velocidade assustadoramente impressionante. Viver na dependência do que os outros pensam ou dizem ao nosso respeito é se colocar numa jaula (sem ter a chave para se libertar).

Esse tipo de atitude é uma escolha extremamente danosa, porque quando nós mesmos nos retiramos da posição onde devemos sempre procurar ser os protagonistas da nossa própria história; automaticamente, nós estamos abrindo mão da autonomia das nossas próprias decisões. Uma vez que isso acontece, outras pessoas começam a determinas o que devemos fazer, como devemos pensar e até mesmo como devemos nos expressar... Quem acha bom viver desse jeito?

Infelizmente, existem pessoas que gostam de viver assim (e não, isso eu nunca serei capaz de entender). O livre arbítrio nunca nos deve ser tirado, pois é algo muito precioso e que foi nos dado a um preço extremamente caro (na verdade... imensurável). Uma vez que permitimos que alguém faça isso (tendo como base a nossa própria inércia diante de fatos), estamos entregando ao outro o direito de viver por nós uma vida que não deles. Pense nisso antes de viver no “exílio”.

Não existe o jeito certo e fazer o que é certo, mas existe o jeito certo de fazer o que pode ser considerado como menos errado (em um consenso geral de “normatividade” envolvendo comportamento social). No meio de toda essa jornada bastante complexa, cada um de nós vai aprendendo a como fazer o que queremos. Do jeito que é certo, mediante não apenas as nossas próprias necessidades, mas também atendendo (embora nem sempre) as expectativas alheias. Todo esforço vale à pena e deve ser amplamente considerado.

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